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23/02/2020

   Diversidade de Fungos no Parque Estadual Fritz Plaumann


Os fungos de uma forma geral são “mal vistos”, pois geralmente são associados com os mofos e bolores. Porém, especialistas afirmam que existam cerca de cinco milhões de espécies de fungos habitando o planeta Terra, mas apenas 98 mil foram catalogados. Dentre toda essa variedade temos os cogumelos, as leveduras, os bolores, os mofos que são amplamente utilizados na culinária, medicina e em produtos mais variados inclusive os domésticos.

Na biologia, eles fazem parte do Reino Fungi, dividido em cinco Filos: quitridiomicetos, ascomicetos, basidiomicetos, zigomicetos e os deuteromicetos. Eles podem ser encontrados no solo, na água, nos vegetais, nos animais, no homem e nos detritos em geral e nessa grande variedade, eles podem ser desde um ser microscópico ou como o maior exemplar conhecido, que vive sob o solo de uma floresta nos Estados Unidos e ocupa uma área subterrânea de cerca de 9 km2.

Quanto à alimentação, muitos fungos são saprófagos, decompõem animais e plantas mortas, e, desta forma, permitem que a matéria orgânica retorne ao ambiente e dê continuidade ao ciclo da vida.

Conforme pesquisa realizada em 2014 pelo Prof. Dr. Elisandro Ricardo Dreschler dos Santos, e sua equipe da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC, foram catalogadas 40 espécies de fungos no Parque Estadual Fritz Plaumann.  Dentre as espécies identificadas, estão espécies das famílias polyporaceae, hymenochaetaceae, meruliaceae, gloeophyllaceae, trechisporaceae, ganodermataceae. Destaque para as espécies destacadas na foto da matéria, como Véu de Noiva (Phallus indusiatus), Estrela da Terra (Geastrum sp.) orelha-de-pau (Pycnoporus sanguineus), sendo este último de grande importância para a ciclagem de nutrientes na decomposição de madeira.



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